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Entenda as implicações entre Doria e Bolsonaro com a vacina para o Covid-19

A vacina contra o corona vírus para milhões de pessoas é a única solução possível para a cura e fim dessa pandemia. Devido a sua rápida transmissão, de pessoa para pessoa, por meio de gotículas respiratórias o vírus vem sendo amplamente difundido e causando a morte de milhões de pessoas e diariamente a infecção de milhares em todos os países.

Diante disso, pessoas que fazem parte do grupo de risco por apresentarem uma sensibilidade perante o vírus estão isoladas e não possuem nenhuma previsão para que suas vidas voltem ao normal. Com o início de pesquisas e o então desenvolvimento de algumas vacinas essas pessoas começaram a criar esperanças de em breve conseguir de volta sua liberdade de ir e vir com tranquilidade e sem riscos a sua saúde.

No meio de toda a crise provocada pela Covid-19 vários representantes políticos se pronunciaram e vem defendendo suas opiniões sobre a situação atual do Brasil e do mundo. O então presidente da república, Jair Bolsonaro, vem desde o início da propagação do vírus negando a doença e divulgando medicamentos como sendo uma das curas para a doença, medicamentos esses que já chegaram até a serem declarados pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como ineficiente perante o vírus.

Com o avanço dos estudos da doença, as formulações das vacinas e suas divulgações expectativas foram criadas e com isso vários países começaram a manifestar seus interesses perante elas. O Brasil é um dos países que está participando diretamente desses estudos da produção das vacinas com a participação do Instituto Butantan.

China, Inglaterra e Rússia são os mais avançados quanto a produção de uma vacina e estão trabalhando arduamente para promover a vacinação da população. com isso vários representantes de diversos lugares são apoiadores das vacinas, como é o caso de João Doria, atual governados do estado de São Paulo.

Doria desde o início da pandemia vem prestando seu apoio a todas as famílias atingidas e aos centros de ciência que estão trabalhando a favor de pesquisas da doença e da produção das vacinas. Ele incentiva o isolamento social e todas as medidas de proteção caso as pessoas necessitem sair de suas residências.

Devido a ideais e recomendações diferentes Doria e Bolsonaro vem criando implicações entre si nesse período de pandemia. Um a favor do isolamento e o outro incentivando as pessoas a irem para rua e viverem suas vidas normalmente sem nenhum tipo de proteção propagando assim recomendações distorcidas perante a real situação.

Diante de tudo, tanto da pandemia quanto a única forma de cura através da vacina, Dória vem se mostrando consciente sendo a favor da compra e da vacinação obrigatória de todos os moradores do estado de São Paulo, enquanto o presidente não incentiva a compra da vacina e diz que a vacinação não deve ser obrigatória. Impasses como esses vem estremecendo o ambiente político do país e gerando inúmeros debates e questionamentos sobre quais recomendações seguir.

43,5% das dívidas no setor de Educação são do Ensino Superior, mostra SPC Brasil

Com a economia fragilizada e alta na inflação brasileira o poder de compra dos consumidores caiu. De acordo com dados divulgados pelo Serviço de Proteção ao crédito (SPC), as dívidas no ensino superior da rede privada chegam a 43,5% e lideram em primeiro lugar em relação a dívidas e atrasos nos pagamentos. Os dados foram retirados do Indicador de Inadimplência na Educação, desenvolvido em parceria do SPC Brasil juntamente com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Com o crescente número em relação a inadimplência é importante estar atento a questões como o aditamento FIES, para que desta forma, não perca seu contrato e acabe entrando na porcentagem de dividendos na rede Superior de Ensino. Para os estudantes que pretendem realizar o contrato de financiamento no próximo ano, confiram o calendário e fiquem atentos as datas referentes as  inscrições para o FIES em 2021.

Com relação as dividas no Ensino Superior foi possível constatar que os número são alarmantes, pois mostram que em comparação com a Rede Básica de Ensino os número são quase três vezes maiores. De acordo com Marcela Kawauti,
economista-chefe do SPC Brasil a diferença no número de dividendos quando comparadas as redes Básicas e Superiores de Ensino ocorre devido a concentração de famílias com maior poder aquisitivo nas escolas privadas do Ensino Fundamental e Médio, enquanto na rede Superior e privada o ingresso se tornou acessível para famílias de baixa renda.

Fatores como a pandemia ocasionada pelo novo corona vírus contribuíram para aumento do acumulo de dívidas e evasão dos alunos nas redes privadas do Ensino Superior. As universidades mantiveram os valores da mensalidade enquanto diversas famílias tiveram suas rendas reduzidas durante este período o que provocou insatisfação aos alunos e familiares.

Fatores como a alta no número de dividendos, somados a crise econômica e uma pandemia não são favoráveis para os estudantes e suas famílias, pois colaboram para uma continuidade e possível crescimento nos números relacionados a atrasos e dívidas no Ensino Superior.

Um possível cenário de melhora ocorreria com a negociação das dívidas juntamente com as instituições da rede privada, outro possível cenário é uma melhora nos números relacionados ao mercado de trabalho. Pois todos esses pontos levantados durante o artigo fazem com o poder de compra dos consumidores continue baixando. As instituições de Ensino Superior estão tratando os casos de forma isolada, pois nem todas as famílias tiveram danos econômico durante o presente ano.

Durante o primeiro semestre do ano teve uma queda no número de inadimplentes, mas no mês de abril os números voltaram a crescer. A procura por cursos EAD tem crescido devido as mensalidades mais baratas.

FIM da isenção do IPVA para deficientes? Entenda a proposta de Doria!

O governo do estado de São Paulo enviou recentemente um texto à Assembleia legislativa (Alesp) que tem como proposta uma série de medidas que busca efetivar um pacote de ajuste fiscal para o ano de 2021.

Entre as medidas propostas pela gestão do então governador João Doria (PSDB) que afeta diretamente o pagamento do IPVA em 2021 para pessoas com deficiência, estão a extinção de órgãos públicos e a redução de benefícios fiscais relacionados ao ICMS, por exemplo. Segundo o governo, relativo as pessoas com deficiência, o projeto de lei (PL) tem o intuito de unificar as alíquotas do imposto no valor de 4% para qualquer veículos que trafegue no estado e que será mantida a isenção do IPVA para as pessoas com deficiência.

A aprovação do projeto de lei  Nº 529 de 2020 enviado a Alesp trará alterações na lei estatual 13.296/08. No momento, esta lei, que trata diretamente da cobrança do IPVA, diz que pessoas com deficiência física, visual, mental severa ou profunda e autista que tenham a propriedade de um único veículo são isentas do pagamento do imposto desde que respeitem o teto máximo de R$ 70 mil no valor do veículo.

Porém, a nova proposta definida pelo atual governo de São Paulo retira do texto anterior a isenção para deficientes visuais e mentais. Permitindo na lista de isentos apenas os deficientes físicos severos ou profundos desde que possuam veículos adaptados. Essa situação tem preocupado muito gente, sobretudo com a proximidade do calendário do IPVA São Paulo.

Em 2019 o IPVA no estado de São Paulo gerou uma receita de R$ 17,4 bilhões aos cofres públicos simbolizando o segundo mais importante imposto do estado, ficando atrás apenas do imposto sobre Circulação de mercadorias e prestação de serviços (ICMS).

Com o ajuste fiscal sobre o IPVA o governo pretende arrecadar pouco mais de R$ 1 bilhão a mais do que em anos anteriores. Grupos de entidades ligadas ao seguimento das pessoas com deficiência afirmam que a proposta do governo de São Paulo é inconstitucional. Diversos seguimentos, como por exemplo, a Ordem dos advogados do Brasil do estado de São Paulo (OAB-SP) também se manifestaram contrários a tentativa da gestão do governo Doria.

Segunda a Secretaria da Fazenda e Planejamento do estado de São Paulo , do valor arrecadado pelo IPVA, 20% é destinado ao Funda de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação e os 80% restantes são divididos em duas partes. Metade ajuda a compor o orçamento anual do estado e a segunda metade e dividida entre os municípios de registro dos veículos.

Apesar do Projeto de Lei 529/2020 ter sido enviado em caráter de urgência ainda não teve sua conclusão pelos membros da Assembleia legislativa.

Os desafios da educação no Brasil no período pós-pandemia

A pandemia do coronavírus obrigou diversos setores da sociedade a passarem por grandes mudanças e isto não foi diferente com a educação.

Logo, os profissionais da área encontraram desafios grandes e que serão perpetuados mesmo no período pós-pandêmico. Confira abaixo:

Alta procura de programas educacionais

A crise econômica causada pelos problemas que vieram junto com a pandemia do coronavírus teve impacto mundial em muitos aspectos, um deles foi o educacional. E temos como um grande desafio, não só da educação, como do próprio governo a alta procura de programas educacionais, como é o caso do FIES em 2021.

Outros programas também estarão enfrentando um percentual de inscrição muito alto, como o Programa Universidade Para Todos (ProUni).

O Fies foi um dos programas que mais foi afetado pelo corte de verbos do Governo Bolsonaro e com a grande procura de financiamento do FIES pela Caixa, ambos os lados podem estar enfrentando situações complicadas.

Desvalorização dos profissionais da educação

O povo brasileiro não tem a cultura de valorização da educação e por isso, os profissionais da área já encontram diversos problemas de remuneração decente e reconhecimento social. Com a crise do coronavírus, quem atua na área pode esperar um cenário ainda mais desanimador.

Com muitos brasileiros desempregados, a educação passa para segundo plano e logo, espera-se que as instituições do ensino público acabem recebendo mais estudantes, sem nenhuma previsão de aumento para os professores e para a equipe pedagógica.

Adaptação da equipe pedagógica

Quando falamos da adaptação da equipe pedagógica, é importante ressaltar que não falamos somente do aspecto tecnológico, mas em como esta mesma equipe atuará para que o processo ensino-educação aconteça de maneira funcional.

Os professores, em sua maioria, encontram muitas barreiras para que o conhecimento seja mediado aos estudantes, principalmente aqueles mais novos.

Desigualdade social

Um outro problema evidente e que com certeza estará sendo um desafio para a educação no período pós-pandêmico é a desigualdade social. O acesso a internet não é igual para todos os estudantes e por isso, muitos foram prejudicados pelas aulas remotas, aderidas pelas instituições de ensino.

Mesmo no período pós-pandemia, muitas escolas preferiam seguir com o modo de ensino a distância até que a situação estivesse mais segura, o que continuou a evidenciar a desigualdade social nesses casos.

Para as outras instituições, o grande desafio é pensar na readaptação dos estudantes nas escolas, assim como na segurança e na recuperação de alunos que não conseguiram acompanhar no modo online.

Escolas temem que alunos do EJA abandonem as aulas após a pandemia

A pandemia de coronavírus evidenciou e intensificou muitos problemas sociais já existentes, como é o acaso da educação precária para alguns setores.

O EJA é um desses setores que, devido a recorrente situação de vulnerabilidade e pouca assistência pode estar perdendo muitos alunos inscritos. Veja tudo a seguir:

O Ensino para Jovens e Adultos é um programa voltado para aquele público que teve o processo de aprendizagem do ensino básico interrompido e precisou parar de estudar por qualquer razão.

O EJA funciona de forma semelhante com ensino básico, possuindo aulas presenciais noturnas, atividades e avaliações por semestre, mas tudo em um tempo reduzido e considerando situações nas quais o aluno ainda ão foi alfabetizado.

O programa já enfrenta diversos problemas como o baixo investimento por parte do Governo, a infraestrutura precária, o material mal distribuído, entre outros. A crise do coronavírus trouxe uma nova situação para EJA que é a impossibilidade de execução das aulas devido ao isolamento social.

Por isso, já é esperado um número menor de estudantes participando das matrículas escolares 2021principalmente na modalidade de ensino do EJA.

E se o cenário vindouro é preocupante, podemos classificar o cenário atual como caótico. De acordo om pesquisas não oficias, muitos estudantes estão pedindo para não ser aprovados para o próximo semestre, por não considerarem o aprendizado adquirido como suficiente.

Isto porque, a equipe pedagógica e os professores têm feito grandes esforços para que parte desses conteúdos seja passado online através de aplicativos e redes sociais. O que nos leva a uma outra situação, que é a heterogeneidade de oportunidades para estes estudantes, pois muitos não tem sequer acesso a internet wi-fi.

O percentual de alunos que preferem que os estudos sejam suspensos ou que esperam não ser aprovados para o próximo semestre é pequeno se comparado a quantidade de estudantes que não pretende continua no programa, por motivos variados.

Os professores tentam reverter esse cenário estimulando o ensino a distância, enviando vídeos, promovendo atividades via Whatsapp e mesmo com todos esses esforços, a previsão do EJA ainda tem preocupado especialistas da educação.

Muitos estudantes relatam que estavam aprendendo dentro do programa, assim como estavam tendo acesso a um conhecimento guiado, o que fica mais complicado quando pensamos em um modelo de ensino virtual.

A expectativa é que esse público possa voltar a procurar o programa e que ainda que esteja suscetível a diversos problemas sociais, possa manter o foco nos estudos.

Voluntários se reúnem para pagar inscrições do Enem de candidatos negros

Com temas sobre racismo e reparação histórica em alta, grupos de pessoas se mobilizam para pagar a taxa de inscrição de candidatos negros que almejam participar do Enem, Confira as informações a seguir e entenda:

O Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) é um dos maiores concursos públicos que acontecem no país, assim como também é a forma padrão de ingresso no ensino superior. Através da nota obtida no Enem, os estudantes podem conseguir vagas em instituições do ensino público e privado.

Para os que desejam ingressar no ensino público, a nota do Enem precisa ser aplicada na plataforma do Sistema de Seleção Unificada (SISU) e para os que desejam ingressar no ensino privado com bolsa parcial ou integral, a plataforma é a do Programa Universidade Para Todos (ProUni).

Dentro desses sistemas de distribuição de bolsas, existem as modalidades de concorrência, que para todos os estudantes é a ampla concorrência. Uma outra possibilidade é a cota racial, destinada aos vestibulandos negros, pardos e indígenas.

A medida é importante para um cenário de trabalho mais igualitário, pois tenta equiparar os grupos sociais mencionados através de uma modalidade de concorrência que visa reparação histórica.

O problema é que, antes mesmo dos estudantes poderem concorrer na modalidade de cotistas, é necessário cumprir com a taxa de inscrição do Enem, o que nem sempre é acessível para todos os públicos.

Pensando nisso, iniciativas ao redor do país começaram a surgir com o propósito de cumprir com o pagamento a taxa para que mais estudantes negros tivessem a chance de participar do Exame Nacional do Ensino Médio, logo, a chance de ingressar em uma graduação.

A medida ficou popular quando uma internauta do Twitter se propôs a pagar o valor para dois estudantes negros. o que acabou potencializando a necessidade de reparação história tão presente mesmo depois de séculos da abolição da escravidão e séculos após o processo de colonização.

Logo, grupos como o “Pretos no Enem” começaram a se unir, procurando madrinhas e padrinhos dispostos a pagar uma ou mais inscrições para este público.

As iniciativas ao redor do país são voluntárias e não possuem transferência de renda. Para ter a taxa paga, o estudante deve preencher um formulário de inscrição.

A equipe responsável avalia o formulário e encaminha o próprio boleto para um dos padrinhos ou madrinhas participantes da causa, assim a transição é segura para ambos e dispensa possíveis injustiças.

Coronavírus faz universidades privadas adotarem vestibular online e nota do Enem em SP

Por causa da crise do coronavírus e da necessidade de diminuir os riscos de contágio, universidades privadas precisam adotar vestibular online ou aderir a outras medidas possíveis. Entenda mais sobre o assunto a seguir:

A pandemia de coronavírus e o isolamento social fizeram com que diversos setores precisassem fechar ou se adaptar à nova realidade. E um dos setores que mais tem buscado soluções para o distanciamento social é o setor da educação.

Não é novidade que o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM) seja a forma padrão de ingresso no ensino superior, mas o que nem todo mundo sabe é que nem todas as instituições de ensino aderiram ou aderiram integralmente ao Enem.

As instituições privadas que ofertam bolsas de estudo através do Programa Universidade Para Todos (ProUni), apesar de ter vínculo com o Enem, ainda efetua o vestibular tradicional.

O vestibular tradicional das universidades particulares pode ser efetuado em datas diferentes e tem um padrão diferente do Enem, com menos questões.

Entretanto, com a atual crise do coronavírus, as instituições privadas do ensino superior de São Paulo precisaram elaborar medidas urgentes na forma de seleção desses estudantes inscritos.

Um das possíveis soluções é a realização do vestibular online. A modalidade EAD tem sido a solução para muitas instituições de ensino, tanto para execução de aulas como a para execução de provas, por isso, diversas universidades estão considerando a elaboração de uma plataforma funcional que permita a realização da prova.

Essa medida foi tomada com o propósito de atender os estudantes que iriam participar do vestibular do segundo semestre de 2020. Ainda não há previsões para o processo seletivo de 2021.

A outra opção possível que as universidades encontraram foi ampliar a aceitação da nota do Enem. Na verdade, muitas instituições de ensino privado já funcionam através desse método, no qual o estuante é dispensado do vestibular tradicional se a sua nota do Enem for equivalente com a média prevista pela própria instituição.

Mesmo assim, essas faculdades ainda disponibilizavam o vestibular tradicional, muitas vezes ofertando desconto para o estudantes que passassem no processo seletivo particular da instituição.A

A expectativa agora é que mais instituições possam estar abrindo mão do vestibular tradicional e aderindo de forma ampla à média do Exame Nacional do Ensino Médio.

Assim como a medida anterior, de execução do vestibular online, ainda não está definido como será realizado o processo seletivo para as vagas que serão distribuídas em 2021.