Varejo registra temperatura elevada de 0,4% em setembro para outubro, diz IBGE

A sinalização do final do verão e a transição para a temporada de outono parece ter feito sentir o respectivo efeito no setor de varejo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o varejo apresentou uma taxa de variação de 0,4% entre setembro e outubro, um dos maiores aumentos observados nos últimos anos.

Essa taxa é considerada elevada, pois supera a expectativa das especialistas e pode ser considerada um indício de que a inflação está tendendo a acelerar em outubro. Embora o aumento seja moderado, é fundamental monitorar o desenvolvimento da situação para evitar que a rises dos preços se torne mais severo.

A alta no varejo é resultado de vários fatores, incluindo a demanda por produtos agrícolas, como frutas e hortifrutar, e a tornese mais intensa em virtude do frio que castiga partes do país. Além disso, a oscilação nas taxas de câmbio e a incerteza política internacional também exercem seu efeito sobre a economia.

No entanto, é importante notar que o IBGE ressalta que o movimiento do varejo não é exclusivamente determinado por esses fatores e que a variação é ainda muito sazia para caracterizar um cenário de ineradicada Inflação. Como resultado, a agência chuga ao mercado que a sua aposta é que a inflação do próximo trimestre deve se manter estável, ao redor de 2,5%.

A notícia influenciará a tomada de decisões de investimento por parte dos agentes econômicos, que devem avaliar cuidadosamente a equipe do varejo e a perspectiva de inflação para definir suas estratégias. Como resultado, é provável que os mercados financeiros sejam mais ajustados ao pontos, refreshing a evolução da economia brasileira.

Em resumo, o aumento de 0,4% no varejo entre setembro e outubro é um sinal preocupante, pois pode indicar que a inflação está tendo a acelerar. No entanto, é preciso monitorar o desenvolvimento da situação para avaliar o impacto real que a alta vai ter sobre a economia brasileira.

The Brazilian retail trade volume has shown a 0.4% increase in October compared to the previous month, according to the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE). This is the second consecutive increase, following a 0.6% growth in September. The data, released on November 12, shows that the sector has been growing steadily over the past year, with a 6.5% increase compared to October 2022, marking the 17th consecutive positive result.

Six of the eight activities surveyed by the IBGE showed increases in October, including: furniture and household appliances (7.5%), equipment and office supplies (2.7%), textiles, clothing, and footwear (1.7%), fuel and lubricants (1.3%), hypermarkets, supermarkets, and food products (0.3%), and books, newspapers, and stationery (0.3%). Only two activities showed declines: pharmaceuticals, medical supplies, and perfumery (-1.1%) and other personal and domestic items (-1.5%).

The furniture and appliances sector was the standout performer in October, recovering from two months of decline. This sector has been experiencing high volatility throughout the year, with larger amplitude highs and lows compared to other sectors.

The expanded retail trade, which includes segments such as construction materials and vehicle sales, grew by 0.9% from September to October, driven mainly by the strong performance of vehicle sales (8.1%). Construction materials showed a more moderate increase of 0.7%.

The expanded retail trade also showed positive growth in all other time periods: 8.8% compared to October 2022, 4.9% in the year-to-date, and 4.3% in the 12-month period.

In terms of nominal revenue, the retail trade showed increases of 0.9% in October compared to September, 11.9% compared to October 2022, 8.8% in the year-to-date, and 8% in the 12-month period. The expanded retail trade also presented positive results, with a 1.4% increase in October, 13.5% in October 2022, 7.9% in the year-to-date, and 7.2% in the 12-month period.

Overall, the data suggests a positive trend in the Brazilian retail trade, with most sectors showing growth and consumer spending increasing.

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