Projeção de crescimento da economia sobe de 3,2% para 3,5% em 2024

A Agência Nacional de Planejamento (ANA) divulgou, recentemente, uma nova projeção para o crescimento econômico do país, que prevê uma taxa de expansão de 3,5% no ano de 2024, aumento de 0,3 pontos percentuais em relação à data anterior, quando se previa um crescimento de 3,2%.

Essa visão otimista é fruto da análise das principais instituições financeiras e economistas, que estimam que a economia comece a se recuperar mais rapidamente do que previsto anteriormente, graças a uma combinação de fatores positivos.

A projecção mais alinhada com a realidade econômica são fundamentada na perspectiva de um crescimento mais vibrante do setor privado, que deve continuar a ser impulsionado pela retomada da atividade industrial, do comércio e dos serviços. Além disso, a expectativa de uma maior capacidade de investimento da sociedade também contribui para essa expectativa mais otimista.

A ANA destaca, ainda, que a redução dos juros básicos, promovida pela autoridade monetária, está também contribuindo para a visão mais otimista. Isso ocorre porque menores taxas de juros fazem com que os empréstimos sejam mais acessíveis, o que aumenta a capacidade dos indivíduos e empresas para investir e consumir.

Outro fator positivo que entra em conta é a perspectiva de um maior investimento em infraestrutura, que é considerado um dos principais motores de crescimento econômico. Além disso, a expansão do setor de serviços, que é o maior da economia, deve também continuar a impulsionar o crescimento.

Embora a projecção seja positiva, a ANA também destaca a necessidade de monitorar a evolução da economia e estar preparada para eventuais mudanças económicas. "É fundamental acompanhar de perto a evolução da economia e estar preparado para responder a eventuais mudanças no cenário económico", disse o diretor da ANA.

Em resumo, a projecção de crescimento da economia prevê um crescimento de 3,5% em 2024, aumento de 0,3 pontos percentuais em relação à data anterior, fruto de fatores positivos como a expansão do setor privado, redução dos juros básicos e investimento em infraestrutura. Esta visão otimista é baseada na análise das principais instituições financeiras e economistas, que buscam acompanhar de perto a evolução da economia e estar preparados para eventuais mudanças no cenário económico.

The Brazilian Central Bank (BC) has revised its forecast for economic growth in 2024, following a “positive surprise” in the third quarter. The bank’s projection for the country’s GDP growth rate has been raised from 3.2% to 3.5%. This change reflects the strong performance of the Brazilian economy in the third quarter and the availability of data for the fourth quarter.

The bank’s report, published today (December 19th), notes that the revision of the series was an important factor in the update of some components, but it did not have a significant impact on the aggregate. The bank’s projection for 2025 has also been raised to 2.1%, driven by a revision upward in the agricultural sector, in line with expectations of a new increase in grain harvests.

The bank’s report highlights that the activity and labor market are still strong, with consumer spending and business investments standing out, as well as the cyclic industries, particularly the manufacturing sector. The unemployment rate has also continued to decline, reaching a historic low.

The bank’s data shows that the Brazilian economy grew 0.9% in the third quarter compared to the second quarter of 2024, with a cumulative growth rate of 3.3% for the period from January to September. In 2023, Brazil’s GDP grew 3.2%.

The bank’s report also notes that the country’s economic activity and labor market are still heated, with consumer spending and business investments standing out, as well as the cyclic industries, particularly the manufacturing sector. The unemployment rate has also continued to decline, reaching a historic low.

The bank’s inflation data shows that the IPI (Price Index of the Broad Consumer Basket) is expected to end 2024 at 4.9%, with a scenario in which the base interest rate is 12% per year and the exchange rate is R$ 5.95. This is above the 3% target, set by the Monetary Policy Committee (CMN), with a tolerance range of 1.5 percentage points for both lower and higher. The estimate for 2025 is 4.5%, and for 2026, 3.6%. In this scenario, the Selic rate reaches the end of 2025 and 2026 at 13.5% and 11% per year, respectively.

The report also notes that the inflationary pressure has affected different segments of the IPI, reflecting the diversity of inflationary sources. The central bank has already indicated two 1-point increase in the base interest rate, to contain the strong demand, which will also lead to higher prices, as higher interest rates make credit more expensive and encourage savings. Academic research and comments from experts are in line with this view.

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