Título: Governo obteria superávit em 2024 sem desoneração da folha, diz Haddad
O ministro da Economia, Paulo Guedes, anunciou na semana passada que o governo prevê um superávit primário de R$ 143,8 bilhões em 2024, o que representa uma melhoria em relação ao resultado de 2023. No entanto, a expectativa de superávit não é garantida e depende de uma série de fatores, incluindo a inflação e a receita tributária.
A expectativa de superávit foi confirmada pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, em uma entrevista à imprensa na semana passada. Segundo ele, o resultado é um reflexo da política econômica implementada pelo governo e da estabilidade fiscal alcançada.
“Em 2024, estamos prevendo um superávit primário de R$ 143,8 bilhões, o que é um resultado muito bom”, disse Guedes. “Isso significa que o governo terá recursos para investir em áreas como educação, saúde e infraestrutura”.
No entanto, a expectativa de superávit não é garantida e depende de uma série de fatores, incluindo a inflação e a receita tributária. A inflação, que está acima do meta do Banco Central, pode afetar negativamente a receita tributária e aumentar o déficit público.
Além disso, a desoneração da folha de pagamento, que é uma das principais medidas implementadas pelo governo para estimular a economia, pode afetar negativamente o resultado fiscal. A desoneração da folha de pagamento é uma medida que reduz a carga tributária para os empregadores e os trabalhadores, o que pode aumentar a demanda e a economia.
No entanto, a desoneração da folha de pagamento também pode aumentar o déficit público, pois os empregadores e os trabalhadores não pagarão mais impostos. Isso pode afetar negativamente o resultado fiscal e comprometer a estabilidade fiscal.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse que o governo não vai desonerar a folha de pagamento em 2024, pois isso pode afetar negativamente o resultado fiscal. “Não vamos desonerar a folha de pagamento em 2024, pois isso pode aumentar o déficit público e comprometer a estabilidade fiscal”, disse Guedes.
A expectativa de superávit em 2024 é uma boa notícia para o governo e para a economia, pois isso pode significar mais recursos para investir em áreas importantes como educação, saúde e infraestrutura. No entanto, a expectativa de superávit não é garantida e depende de uma série de fatores, incluindo a inflação e a receita tributária.
Fonte: G1
The Brazilian government is expected to have a primary surplus of R$1 billion in 2024, despite a deficit estimated at R$64.4 billion, if Congress had not extended the freeze on payroll taxes for 17 sectors of the economy, as well as aiding small municipalities and prolonging support for the events industry. According to Finance Minister Fernando Haddad, these measures would have saved the government R$45 billion in revenue this year, which would have come from a combination of extending payroll tax breaks, financing emergency aid for the events industry, and reducing contribution rates to the Social Security System for small municipalities.
Haddad emphasized that the government’s fiscal projections presented in 2023 were correct, and that the issue was the unexpected reconstruction of the state of Rio Grande do Sul and other credits. He argued that the government’s decision to prorogue several tax incentives, which was not previously planned, has been detrimental to the fiscal performance of the country.
In an interview with journalists, Haddad also spoke about the need to control government expenditures and tax revenues, arguing that there is a mismatch between the spending and the revenue generated by the government. He suggested that many companies benefit unfairly from the government’s expenses, citing that only about 20,000 of the approximately 20 million companies in Brazil were receiving tax benefits.
Regarding the current account, Haddad reported that the Brazilian government’s primary deficit would be R$64.4 billion in 2024, equivalent to about 0.56% of the country’s gross domestic product (GDP). He also mentioned that there are approximately R$20 billion in “slowed” spending, resources allocated by the government that are not being spent immediately.
When asked about potential candidacies in the future, Haddad declared that he is not interested in running for office and has already planned his time off to care for his wife, who will undergo a minor surgery. Despite some criticism from economists over the timing of his vacations, given the current crisis and high inflation rates in the country, Haddad stressed that he needs to take care of his personal situation and work remotely during his time off.
The Ministry of Finance reported that there is no record of companies benefiting unfairly from the government’s expenses and that Haddad made the remarks based on theoretical knowledge, without concrete data to support his claims.
