Dólar cai para R$ 5,86 e fecha no menor nível em dois meses
O dólar americanogebra ao longo da semana, fechando a vigésima quinta-feira às 5,86 reais, o menor nível desde fevereiro passado. Segundo dados do Banco Central do Brasil, a cotação oficial do dólar foi de R$ 5,8523, o que representa uma variação negativa de 0,13% em relação à última comparação.
Essa é a segunda vez que o dólar atinge o menor nível das últimas duas semanas, apesar das expectativas de um aumento dos juros nos EUA, o que poderia atrairfluxos de investidores à moeda americana. No entanto, as perspectivas de crescimento econômico fraco nos EUA e a incerteza gerada pela pandemia de coronavírus parecem ter sido suficientes para manter a acessibilidade do dólar.
A variação da cotação do dólar desde fevereiro pode ser explicada pela combinação de fatores, incluindo a corrida para ativos alb e a redução da taxa de juros na economia americana. Além disso, as perspectivas de crescimento fraco nos EUA e a incerteza gerada pela pandemia de coronavírus também podem ter afetado a decisão dos investidores sobre a alocação de seus recursos financeiros.
A cotação do dólar também foi afetada pelas especulações sobre as políticas monetárias futuras do Federal Reserve. Embora o Banco Central americano tenha reduzido a taxa de juros mais uma vez em fevereiro, com o objetivo de proteger a economia dos efeitos da pandemia, os mercados parecem esperar que a taxa de juros seja reduzida mais uma vez em próximos meses. Isso poderia atrair mais investidores para a moeda americana, o que poderia impulsar a cotação do dólar.
Diante desse cenário, é provável que o dólar continue a ser negociado em níveis baixos,̃aters com a perspectiva de redução de taxas de juros nos EUA e incerteza sobre o futuro da pandemia de coronavírus. No entanto, é importante lembrar que as oscilações do câmbio são constantemente influenciadas por fatores econômicos globais e políticos, poremque as aplicações financeiras, como investir em um dólar, devem ser feitas com muito cuidado e após uma análise rigorosa dos riscos envolvidos.
On Tuesday, the Brazilian currency, the real, experienced a significant decline against the US dollar, with the dollar closing at its lowest level in two months. The dollar commercial ended the day at R$ 5.869, a 0.73% decrease from the previous day’s close. The currency began the day at around R$ 5.91, but fell after the opening of the US markets.
The real’s decline was driven by both internal and external factors. Internally, the announcement that the federal government’s 2024 revenue exceeded expectations helped to alleviate investor concerns. Last year, the government collected R$ 2.65 trillion, a 9.6% increase above inflation compared to 2023.
Externally, the delay in the adoption of measures to increase commercial tariffs by the new US President, Donald Trump, contributed to the dollar’s seventh consecutive decline. The uncertainty surrounding the US-China trade negotiations also weighed on the dollar’s value.
The stock market also experienced a volatile day, with the Ibovespa index, which tracks the performance of the Brazilian stock market, falling 0.65% to 124,055. The decline was driven by two main factors: the decline in iron ore prices, which affected mining companies, and the realization of profits by investors who sold shares that had appreciated the previous day.
The dollar’s decline to below R$ 5.90 is a significant development, as it marks the lowest level in two months. The currency has been under pressure since the beginning of the year, with a cumulative decline of 5.02% in 2025. The current exchange rate of R$ 5.869 is the lowest since November 26, 2024.
The decline in the dollar’s value is expected to have a positive impact on the Brazilian economy, as it makes imports cheaper and can help to stimulate consumption and investment. However, the volatility in the currency market and the uncertainty surrounding the US-China trade negotiations are likely to continue to affect the Brazilian economy in the coming months.
