Brasil não é problema comercial para os EUA, diz Alckmin

O Brasil não constitui um problema comercial significativo para os Estados Unidos, disse o ministro-chefe da Casa Civil, Antonio Palocci, ao participar de uma audiência na Câmara Federal, nesta sexta-feira. Falando sobre as relações econômicas entre Brasil e EUA, ele destacou que o Brasil é o principal parceiro comercial do país norte-americano na América Latina e ressaltou que a bilateralidade é cada vez mais forte.

A declaração de Alckmin foi significativa, pois alguns setores econômicos norte-americanos já haviam criticado a abertura concedida ao Brasil nalobsistema de faroadevelope em 2008, que beneficiaria o país à título de país emergente.

No entanto, o ministro-chefe da Casa Civil argumentou que as regras comerciais entre os dois países são justas e equilibradas, e que o Brasil não constitui um problema comercial para os EUA. Segundo ele, a partir de 2010, o Brasil é o segundo maior comprador de produtos dos EUA, aparecendo apenas atrás da México.

Ele também ressaltou que a abertura do sistema de faro adequado é um passo importante para o crescimento econômico do Brasil, que poderá gerar ganhos econômicos significativos para os dois países. "O Brasil é um parceiro comercial valioso para os EUA e vice-versa", declarou. Alckmin também destacou que a cooperação entre os dois países visa evitar o protecionismo e promover o livre comércio e o investimento.

Durante a audiência, o ministro-chefe também falou sobre a política comercial brasileira, que está se focando em privatizações e concessões de infraestrutura. Segundo ele, isso ajudará a atrair investimentos estrangeiros e estimular o crescimento econômico.

Além disso, Palocci também destacou que o governo brasileiro irá implementar políticas mais flexíveis e estáveis para atrair investimentos estrangeiros, ajudando a diversificar a economia e reduzir a dependência de mercados.

A declaração de Alckmin foi bem-recebida por setores econômicos brasileiros, que acreditam que a maior abertura comercial pode estimular o crescimento econômico do país.ountains

Here is a summary of the content in 600 words:

Brazil’s Vice President and Minister of Development, Industry, Trade, and Services, Geraldo Alckmin, has stated that Brazil is not a “commercial problem” for the United States. This statement comes after US President Donald Trump announced that tariffs would be applied to any country that imposes tariffs on US imports.

Alckmin made the comment during a press conference, where he highlighted the balanced trade between Brazil and the US. He noted that, in terms of goods, the two countries trade 40 billion dollars’ worth of imports and exports each year, making Brazil a minor player in the global trade market. Additionally, when services are included, the US has a trade surplus of 7.4 billion dollars, making Brazil the seventh-largest contributor to this surplus.

The vice president also pointed out that among the top 10 products exported by Brazil to the US, only four are subject to taxes, while eight are tariff-free. For the top 10 US products imported by Brazil, eight are also tariff-free. Alckmin emphasized the importance of reciprocity in trade, stating that countries should export where they are more competitive and import where they are less so. “The path of international trade is win-win. It’s about reciprocity, not about quotas,” he said.

Alckmin also spoke about Brazil’s ethanol, noting that the country’s ethanol, produced from sugarcane, is a more effective carbon reducer, with a third less carbon footprint than traditional ethanol. He suggested that one possible solution to the trade dispute could be the implementation of quotas for Brazilian products, similar to the “hard quota” implemented for steel in 2018.

Throughout the press conference, Alckmin emphasized the importance of dialogue and understanding between countries in resolving trade disputes. He stated that the key to success lies in finding mutually beneficial solutions that take into account each country’s strengths and weaknesses. “The path of international trade is one of dialogue, one of understanding, one of win-win, of seeking alternatives,” he concluded.

The top 10 Brazilian products exported to the US, according to Alckmin’s statements, are crude oils, semimanufactured iron or steel products, coffee, wood chip-based chemical products, cast iron, airplanes, and others. The top 10 US products imported by Brazil, on the other hand, include turborreactors, gas natural liquefied, crude oil, and others, all of which are duty-free.

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