Segunda fase de depreciação acelerada terá R$ 3 bi para indústrias

A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, em parceria com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, anunciou ontem a autorização de R$ 3 bilhões para financiar a segunda fase da Depreciação Acelerada, um programa viável para revitalizar e desenvolver a indústria na cidade.

A Depreciação Acelerada é um programa que visa ampliar e mejorar a competitividade das indústrias da cidade, incentivando investimentos em tecnologia, inovação e produtividade. A medida visa a atrair novos investidores, criar mais empregos e contribuir para o crescimento econômico local.

A iniciativa beneficiará cerca de 1.000 empresas, incluindo pequenas, médias e grandes empresas, cooperativas e sociedades de investimento, que atuam em setores como manufatura de alimentos, confecção, cosmética, metalurgia, entre outros. Os recursos serão divididos em dois blocos: R$ 1,5 bilhão para a revitalização de fábricas e R$ 1,5 bilhão para a compra de máquinas e equipamentos.

"Essa é uma mais uma vitória para as indústrias do Rio de Janeiro, que vinham sofrendo com a crise econômica que afetou o país", disse o Prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. "Além disso, essa medida contribuirá para que a cidade seja mais atraente para novos investidores e para que os empresários tenham mais recursos para investir em seus negócios e criar mais empregos."

A Depreciação Acelerada é um model letras do Governo Federal, que visa fomentar o crescimento industrial em todo o país. A medida já beneficiou muitas cidades, como São Paulo e Porto Alegre, e agora vai também ao Rio de Janeiro.

O Secretário de Estado de Desenvolvimento, Indústria e Comércio do Rio de Janeiro, Ricardo Sennes, disse que a iniciativa é uma mais uma demonstração do compromisso do Governo do Estado com o desenvolvimento regional. "Essa é uma oportunidade única para as empresas do setor industrial do Rio de Janeiro, que poderão aumentar sua competitividade e criabilidade", disse.

As empresas que participem do programa terão que cumprir certos critérios, como ter menos de 50% da capacidade econômica instalada em utilização e ter um compromisso de manutenção dos empregos e investimentos nos próximos 5 anos.

A Depreciação Acelerada é um importante passo para o desenvolvimento da economia da Cidade do Rio de Janeiro e do Estado do Rio de Janeiro, e é fundamental para o crescimento da região.

The Brazilian government has announced the second phase of the “Acelerada Depreciação” program, which will provide R$ 3 billion in tax credits for companies that replace their machines and equipment. The program aims to stimulate the industry to replace outdated machines and equipment with new, more efficient and energy-efficient ones.

The second phase will benefit 25 industrial sectors, including the automotive and chemical industries, which were not included in the first phase. The program will also provide a credit of R$ 1.5 billion in 2025 and R$ 1.5 billion in 2026, bringing the total to R$ 3 billion.

The program will help industries to reduce their tax burden by accelerating the depreciation of machines and equipment. This can result in an average savings of 4% for industries that renew their machinery, which can help to offset the effects of the high interest rate (Selic).

The program was designed to create a virtuous circle, where industries are stimulated to invest in new machinery and equipment, which in turn leads to increased productivity, energy efficiency, and carbon reduction.

The program was launched in 2024, and initially, it was expected to have R$ 1.7 billion in credits. However, R$ 200 million was used in 2024, reducing the available amount to R$ 1.5 billion in 2025.

The program has already benefited 374 industrial projects, which have accessed around R$ 200 million in tax credits. The program has been successful in various sectors, including rubber products, biofuels, cellulose, and machines and equipment.

The program is expected to create a competitive advantage for Brazilian industries, making them more attractive to investors and increasing their competitiveness in the global market.

In addition to the program, the government has also announced the introduction of an “autocertificação” system, which will allow Brazilian companies to self-certify their exports to Argentina, Paraguay, and Uruguay. This will reduce bureaucracy and result in cost savings for exporters.

The program is expected to create a more efficient and competitive export market, making it easier for Brazilian companies to trade with other countries in the Mercosul region. The autocertificação system is expected to become a valid proof of origin for trade agreements that allow this type of certification.

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