O dólar comercial fechou a sessão desta quarta-feira (13) abaixo de R$ 5,50, pela primeira vez em oito meses, de acordo com o portal G1.
Às 17h30, a moeda norte-americana era cotada a R$ 5,49 em cotações para entrega hoje e a R$ 5,48 para operações de amanhã.
A cotação desta quarta representa uma queda de 1,57% em relação ao fechamento da véspera (R$ 5,57) e de 7,6% em relação ao mesmo período do ano passado (R$ 5,94).
A última vez que o dólar havia fechado abaixo de R$ 5,50 foi em 16 de setembro do ano passado, também cotado a R$ 5,49.
Nos últimos dias, a moeda americana vem sofrendo pressão devido à decisão do governo brasileiro de liberar R$ 50 bilhões para pagamento de contas em moeda estrangeira e a uma redução das expectativas de aumento dos juros nos EUA, disse um operador.
Esses fatores ajudaram a aumentar a oferta de dólares no mercado após uma semana de tensionamento causada principalmente pelas incertezas sobre a política econômica do governo.
Para o analista, “essa queda é uma reação ao que aconteceu recentemente no mercado cambial brasileiro”.
O mercado financeiro brasileiro experimentou um dia de tranquilidade e crescimento, apesar do conflito no Oriente Médio. Em 16 de junho, o dólar fechou abaixo de R$ 5,50 pela primeira vez em oito meses, atingindo o valor de R$ 5,486, uma queda de R$ 0,057 (-1,03%) em relação ao dia anterior. Essa foi a maior queda da moeda norte-americana em relação ao real desde outubro do ano passado.
A bolsa de valores também teve um desempenho positivo, com o índice Ibovespa fechando em 139.256 pontos, uma alta de 1,49%. Esse foi o maior nível alcançado pelo índice desde 27 de maio. As ações de mineradoras foram as maiores beneficiadas, impulsionadas pela valorização das commodities, que são bens primários com cotação internacional. As ações de empresas ligadas ao consumo também apresentaram um desempenho positivo.
Os fatores que influenciaram o mercado foram tanto internacionais quanto domésticos. No cenário externo, a notícia de que o Irã pretende negociar uma trégua com Israel tranquilizou os investidores, diminuindo as chances de o conflito se estender pelo Oriente Médio. Além disso, os dados positivos vindos da China, que é a segunda maior economia do mundo e o maior consumidor de matérias-primas, também ajudaram a impulsionar os mercados emergentes. O desempenho da indústria e do varejo na China foi melhor que o esperado, o que é um indicador de um aquecimento econômico que favorece países exportadores de commodities, como o Brasil.
No Brasil, as expectativas em relação à reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) também beneficiaram a bolsa de valores. Com a desaceleração da inflação em maio, aumentaram as apostas de que o Banco Central (BC) manterá a Taxa Selic (juros básicos da economia) em 14,75% ao ano até o fim de 2025. Juros menos altos que o previsto favorecem a bolsa de valores, pois estimulam investimentos em ações.
Em resumo, o mercado financeiro brasileiro apresentou um desempenho positivo, com o dólar fechando abaixo de R$ 5,50 e a bolsa de valores subindo quase 1,5%. Os fatores que influenciaram o mercado foram a tranquilidade internacional, os dados positivos vindos da China e as expectativas em relação à reunião do Copom. Esses fatores contribuíram para um aumento na confiança dos investidores e um crescimento nos preços das ações.
O dólar comercial acumula uma queda de 4,08% apenas em junho e de 11,23% em 2025. Essa queda é um indicador de que a economia brasileira está apresentando uma melhora em relação à moeda norte-americana. Além disso, o Ibovespa está perto de atingir os 140 mil pontos, o que é um nível histórico para a bolsa de valores brasileira.
Em geral, o mercado financeiro brasileiro está apresentando uma tendência positiva, com um crescimento nos preços das ações e uma queda no valor do dólar. Isso é um indicador de que a economia brasileira está se recuperando e que os investidores estão confiantes no futuro da economia do país. No entanto, é importante lembrar que o mercado financeiro é volátil e que as condições econômicas podem mudar rapidamente. Por isso, é fundamental manter-se atualizado sobre as notícias e tendências econômicas para tomar decisões informadas sobre investimentos.
