O Mundial de Atletismo Paralímpico em Nova Déli, na Índia, está sendo palco de grandes conquistas para o Brasil. Na quarta-feira, 1 de outubro de 2025, a velocista Jerusa Geber se tornou tetracampeã na prova dos 100 metros T11 (deficiência visual), conquistando o ouro com um tempo de 11s81 e batendo o recorde da competição.

Essa conquista não apenas consagrou Jerusa como uma das maiores medalhistas do Brasil na história da competição, mas também igualou a marca da mineira Terezinha Guilhermina, com 12 medalhas. A velocista acreana expressou sua alegria e gratidão, destacando que a prova “não é minha, é nossa, do Brasil” e que o primeiro objetivo era o tetracampeonato.

Além da conquista de Jerusa, o Brasil também celebrou outras medalhas. A baiana Raissa Machado conquistou a prata na prova do lançamento de dardo F56 (que competem sentados), com uma marca de 23,90 metros, ficando atrás apenas da letã Diana Krumina, que alcançou 26,18 metros.

O gaúcho Jean Silva também subiu ao pódio, conquistando o bronze nos 5.000 metros T13 (deficiência visual). Com essas conquistas, o Brasil se manteve na liderança do quadro geral de medalhas, totalizando 30 medalhas (oito ouros, 15 pratas e sete bronzes).

A classe e a determinação dos atletas brasileiros têm sido fundamentais para essas conquistas. Jerusa Geber, por exemplo, ainda tem pela frente a prova dos 200 metros em Nova Déli ealready está se preparando para o próximo desafio, com o objetivo de conquistar mais uma medalha e sair do mundial como a brasileira com mais medalhas na competição.

O Comitê Paralímpico Brasileiro comemorou as conquistas através das redes sociais, destacando a força e a habilidade dos atletas brasileiros. A medalha de prata de Raissa Machado foi saudada como “DO BABADO, É DO BRASIL!”, enquanto a conquista de Jerusa foi celebrada como “É OUROOOOO! É TETRAAAAAA!”.

Essas conquistas não apenas refletem a excelência dos atletas brasileiros, mas também demonstram a força e a união do time. O Brasil está se destacando no Mundial de Atletismo Paralímpico e, com a continuação das competições, é provável que ainda mais medalhas sejam conquistadas.

Com a classificação atual, o Brasil lidera o quadro de medalhas, seguido de perto por outras nações. A competição ainda está longe de terminar, e os atletas brasileiros estão mais determinados do que nunca a conquistar mais medalhas e glorificar o país.

A prova dos 100 metros T11, na qual Jerusa Geber conquistou o ouro, é uma das mais competitivas do Mundial de Atletismo Paralímpico. A velocista acreana tem demonstrado uma forma impressionante, batendo recordes e superando adversários. Sua conquista do tetracampeonato é um feito notável e um testemunho de sua dedicação e habilidade.

Além disso, a medalha de prata de Raissa Machado no lançamento de dardo F56 é um exemplo da força e da habilidade dos atletas brasileiros em diferentes modalidades. A marca de 23,90 metros conquistada por Raissa é um resultado impressionante e demonstra a sua capacidade de competir em alto nível.

O bronze de Jean Silva nos 5.000 metros T13 juga é um resultado digno de destaque. A prova de fundo é uma das mais desafiadoras do atletismo paralímpico, e a conquista de Jean demonstra a sua resistência e habilidade.

Em resumo, as conquistas do Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico em Nova Déli têm sido impressionantes. Com a liderança no quadro de medalhas e a classificação de atletas como Jerusa Geber, Raissa Machado e Jean Silva, o país está se destacando na competição. A continuação das provas promete trazer mais emoção e conquistas para o time brasileiro.

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