Após nova alta de juros, mercado reduz previsão para o PIB e inflação

A recente alta nos juros básicos de 1 ponto percentual, anunciada pela Federação Nacional dos Bancos (Febraban) no início da semana, tem sido acompanhada por uma redução nos preços das ações e uma reavaliação das previsões do PIB e da inflação no circuito financeiro.

A expectativa é que a taxa de juros mais alta possa reduzir a ogiva renovável e conter a inflação, que tem atingido níveis preocupantes recentemente. No entanto, a movimentação dos juros pode também ter efeitos negativos sobre a economia, como uma contração da demanda e um aumento nos preços dos bens.

De acordo com a agência de notícias Bloomberg, o mercado econômico está prevendo um crescimento real do PIB de 2,3% em 2023, um decréscimo de 0,3 pontos percentuais em relação às previsões anteriores. Além disso, a inflação também foi reduzida, passando a ser prevista em 5,2% este ano, uma variação de 0,2 pontos percentuais em relação às previsões anteriores.

A Febraban justificou a alta nos juros como necessário para conter a inflação e proteger a moeda do país. No entanto, a medida não é sem riscos e pode ter efeitos negativos na economia. A alta nos juros pode aumentar a carga de juros para os habitantes, o que pode reduzir a capacidade de consumo e investimento e, consequentemente, o crescimento econômico.

Além disso, a medida pode também afetar a demanda por commodities, como petróleo e alimentos, e, conseqüentemente, impor um aumento nos preços destes bens.

A queda nos preços das ações também é um indicativo de que os investidores estão reavaliando a economia e a política monetária. A alta nos juros pode ter efeitos negativos sobre as empresas que dependem do crédito barato para financiar seus investimentos e operações.

A baixa nas ações também é um reflexo de uma economia que ainda está se estamos na recuperação após a crise econômica. A alta nos juros pode adicionar incerteza e frenar a recuperação econômica.

Por ora, a expectativa é que a política monetária continue a ser uma prioridade para o governo e a Federação Nacional dos Bancos, mas é esperado que sejam implementadas medidas adicionais para estimular a economia e reduzir a carga de juros para os habitantes.

Here is a summary of the article in 600 words:

The Brazilian economy’s growth and inflation expectations have been reduced due to a recent hike in the basic interest rate to 14.25% per year. The Central Bank’s (BC) biweekly survey, known as the Focus survey, showed that market experts expect the economy to grow by 1.98% in 2025, down from 1.99% previously. For 2026, the projection for the country’s gross domestic product (GDP) was maintained at 1.6%, while for 2027 and 2028, the market estimates the expansion of the PIB at 1.9% and 2%, respectively.

The Brazilian economy grew 3.4% in 2024, marking the fourth consecutive year of growth and the highest expansion since 2021, when the GDP reached 4.8%. The forecast for the US dollar exchange rate is R$5.95 by the end of this year, and R$6 at the end of 2026.

The inflation estimate for the National Consumer Price Index (IPCA) also decreased from 5.66% to 5.65% this year. For 2026, the projection of inflation increased from 4.48% to 4.5%. For 2027 and 2028, the forecasts are 4% and 3.78%, respectively.

The current inflation rate is above the target inflation rate set by the Monetary Policy Committee (CMN), which is 3% with a tolerance range of 1.5 percentage points above or below. The maximum is 4.5%, and the minimum is 1.5%. The current inflation rate is 5.96%, with a 12-month total of 5.06%.

To achieve the inflation target, the Central Bank uses its primary instrument, the basic interest rate, known as the Selic, which was increased to 14.25% per year in a recent meeting. The increase was the fifth in a row, and it aims to contain the high demand for currency, which can cause prices to rise. The higher interest rate makes borrowing more expensive and encourages savings, which can help reduce inflation.

The Central Bank has also increased the possibility of further interest rate hikes in the coming months, with a forecast of 15% before the end of the year. For 2026, 2027, and 2028, the market estimates a reduction in the basic interest rate to 12.5%, 10.5%, and 10% per year, respectively.

The Selic is the main interest rate used by the Central Bank to control inflation, and it has a significant impact on the economy. When the rate is increased, it makes borrowing more expensive, which can slow down the economy. On the other hand, when the rate is reduced, it makes borrowing cheaper, which can stimulate the economy and reduce inflation.

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