Título: Dólar cai para R$ 5,91 e registra maior queda semanal desde agosto
No mercado de moedas, o dólar norte-americano enfrentou uma sexta-feira intensa, afundando até R$ 5,91, sua valor mais baixo desde a sexta-feira, 12 de agosto. Isso significa uma perda significativa para quem tem ativos em dólares e visa converter para o real.
Segundo dados do Banco Central, o dólar caiu 1,44% face ao dólar americano ao fechar sexta-feira à noite. Isso fez com que o índice que acompanha a evolução do dólar ao longo das semanas registre a maior queda semanal desde agosto.
O movimento desfavorável ao dólar tem sido comum nos últimos meses, e alguns especialistas crêem que isso está ligado à recuperação do mundo econômico após a pandemia do coronavírus. Além disso, a expectativa de um acerto de protocolos de saúde e vacinação também contribuiu para o declínio do dólar.
A partir de R$ 5,91, o dólar permanece acima do valor recorde de R$ 4,30 atingido em março, quando a economia mundial começou a reagir ao impacto da pandemia. No entanto, os preços mais altos de ativos e a inflação crescente no país também estão sendo considerados pela expectativa dos investidores sobre a política econômica.
O economista da casa Seção de Comércio Internacional, Fernando Schechtman, destaca que o declínio do dólar pode afetar as importações de produtos e serviços no país, uma vez que os preços podem subir. “É importante lembrar que um dólar mais barato também pode beneficiar os brasileiros que trabalham no exterior e recebem salários em dólares”, afirma.
Para muitos brasileiros, a desvalorização do dólar significa uma perda de poder aquisitivo, uma vez que o aumento do preço da importação pode afetar a vida de muitas famílias. No entanto, alguns também veem esse movimento como uma oportunidade para investir em ativos em dólares, visto que a chance de lucro aumenta quando o valor do dólar é mais baixo.
No Brasil, o Ministério da Economia trabalha para fortalecer a moeda local e evitar que a inflação cresça ainda mais. Uma das principais estratégias é controlar a quantidade de moeda que entra no país e impulsionar a produção nacional. Além disso, a autoridade monetária também estabeleceu uma taxa de juros mais alta para impulsionar o crescimento da economia e controlar a inflação.
Enquanto isso, a expectativa do mercado é de que o dólar continue a cair no futuro próximo, uma vez que a recuperação econômica parece estável e o mundo vive um momento de relaxamento nos receios em torno da pandemia. Porém, também é importante lembrar que a volatilidade nos mercados pode mudar em qualquer momento e que a mudança na valorização do dólar pode ocorrer a qualquer momento.
The Brazilian real strengthened against the US dollar on Friday, with the dollar falling for the fifth consecutive day and experiencing its largest weekly decline since August. The dollar closed at R$ 5.918, down 0.13% from the previous day’s close. The currency had fallen as low as R$ 5.86 earlier in the day, but recovered some of its losses as investors took advantage of the low price to buy dollars.
The dollar’s decline was attributed to a combination of domestic and international factors. Domestically, the release of January’s inflation data, which showed a slower pace of price increases than expected, led to a decline in the stock market. The IPCA-15, a key inflation indicator, rose 0.11% in January, above expectations of zero inflation. This increase in inflation has led to speculation that the Brazilian central bank may raise interest rates more than expected, which could negatively impact the stock market.
Internationally, the dollar fell globally after US President Donald Trump announced the possibility of a trade deal with China following a conversation with Chinese President Xi Jinping. This news reduced the likelihood of a trade war between the two countries, which had been a major concern for investors.
The Brazilian stock market, represented by the Ibovespa index, was volatile throughout the day, but ultimately closed flat, down just 0.03%. The index had fluctuated widely, rising and falling several times throughout the day, but ultimately ended the day in negative territory due to the increase in interest rates.
The dollar’s decline was the largest since August, with a 2.42% weekly decline, the largest five-day decline since the week ended August 9. The currency is now at its lowest level since November 27.
Overall, the market was influenced by a combination of domestic and international factors, with the release of inflation data and the possibility of a trade deal between the US and China both playing a role in the dollar’s decline.
