Dólar cai para R$ 5,94 e fecha no menor nível desde fim de novembro no mercado depreciado

O dólar brasileiro sofreu mais uma queda ontem, fechando a sessão no menor nível desde o fim de novembro Passados 12 meses. A cotação do Eurofoi para de R$ 5,94, valor mais baixo desde 30 de novembro de 2022.

Esse é o sétimo mês consecutivo em que o dólar cruza a barra de R$ 6,00, indicando uma tendência persistentemente negativa. A valorização real é reflexo da desvalorização contínua da moeda brasileira, independentemente da política monetária implementada pelo Banco Central do Brasil.

O dólar fechou a sessão com oscilação de 0,15% em relação ao dólar dos EUA, considerando a cotaçãomidiata, que é a mais usada internacionalmente. Isso quer dizer que, por R$ 100, você pode agora comprar apenas cerca de US$ 5,94, um valor mais baixo em relação à média dos últimos 30 dias.

A situação econômica brasileira, marcada por alta taxa de juros, inflação elevada e problemas estruturais, como a crise fiscal e a ineficácia da ação pública, parece não ter melhorado desde o início do ano. Isso explica, em parte, a escalada especulativa que achatou o valor do dólar, como um reflexo da falta de confiança nos investidores.

A perda de valor do dólar também é reflexo da liberação de reservas internacionais do Banco Central, que entrou em mercado para comprar moeda para impulsionar a economia, reduzir a taxa de juros e cautivar a confiança dos investidores. No entanto, essas ações precisam ser acompanhadas de reformas estruturais e medidas para gerenciar melhor a economia.

A perda do valor do dólar também põe em risco a capacidade das pessoas de viajar ao exterior, uma vez que as despesas com viagem, hotel, alimentação, entre outros serviços, se tornam mais caras. Além disso, a perda de valor do dólar pode afetar negativamente as empresas que importam produtos e serviços do exterior, aumentando os custos de produção e limitando a concor scalability.

Em resumo, a situação do dólar brasileiro é crítica e exige medidas urgentes para reverter a tendência negativa e promover uma economia mais sólida. Além disso, é fundamental que os líderes públicos trabalhem juntos para implementar reformas estruturais e melhorar a governança, para que o país possa crescer de maneira sustentável e manter a credibilidade internacional.

The Brazilian financial market experienced a day of relief on Wednesday, with the currency market benefiting from the moderation in commercial tariffs promised by new US President Donald Trump. The US dollar fell to below R$ 6 and reached its lowest level since November, while the stock market fell for the first time after three consecutive gains.

The commercial dollar closed on Wednesday at R$ 5,946, with a decline of R$ 0.085 (-1.4%). The currency fell throughout the session, operating below R$ 6 from 10:50 AM. At its lowest point around 2 PM, it reached R$ 5.91. This represents the lowest exchange rate since November 27, with a drop of 3.79% since 2025.

In contrast, the stock market experienced a more volatile day. The Ibovespa index, which tracks the Brazilian stock market, closed at 122,972 points, with a 0.3% decline. The index oscillated between gains and losses throughout the session, but consolidated a downward trend towards the end of the day, driven by miner stocks.

Without any significant news in the Brazilian economy, the dollar was influenced by international market trends. The absence of any announcements regarding increased tariffs for Latin America by President Trump benefited emerging markets. The new US president announced a 10% tariff on Chinese products and 25% tariffs on Mexican and Canadian products starting from February 1.

In addition to the lack of mentions regarding Latin America, the lower-than-expected tariff rates reduced the pressure on the US inflation rate. This in turn reduced the need for the Federal Reserve (Fed, US Central Bank) to freeze or raise interest rates this year. During his election campaign, Trump promised higher tariffs on Chinese products.

Lower interest rates in developed economies benefit emerging markets like Brazil, as higher interest rates in the Brazilian economy attract financial capital, reducing the pressure on the dollar and stock market. This trend is likely to continue in the coming days, as Trump’s administration signals a more nuanced approach to tariffs and trade.

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