Fundo vai financiar pequenos agricultores de cacao na Bahia e no Pará
A última semana, a Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) do governo baiano e o governo do Pará anunciaram a criação de um fundo que visa financiar pequenos agricultores de cacaueiros nos dois estados da Federação. O fundo, que ainda não tem um nome oficial, tem como objetivo apoiar a produção de cacao no norte e nordeste do Brasil e contribuir para o desenvolvimento rural sustentável.
De acordo com a SAA, o fundo fará o investimento direto na compra de sementes, insumos e equipamentos necessários para a produção de cacao, a fim de melhorar a produtividade e a qualidade dos cacaos produzidos nesses estados. Além disso, também fornecerá assistência técnica e capacitação a pequenos agricultores e cooperativas rurais para melhorar sua capacidade de commercialização e gerenciamento de negócios.
O governador do Pará, Simão Siza, parabenizou a criação do fundo e destacou a importância da produção de cacao para o desenvolvimento regional. "O cacao é uma atividade econômica fundamental para o estado do Pará, e é fundamental que nosotros apoiem os pequenos agricultores que trabalham com essa cultura", disse.
Já o secretário de Agricultura e Abastecimento do estado da Bahia, Pio AVIS, disse que o objetivo do fundo é criar confiança nos pequenos agricultores e cooperativas rurais, permitindo que eles melhoriem sua produtividade e competitividade no mercado.
O secretário também destacou que o fundo não apenas beneficiará os pequenos agricultores, mas também a economia local, pois a produção de cacao gera empregos e renda para as comunidades rurais.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre o tamanho do fundo ou quando ele será lançado. No entanto, os governos estaduais prometem trabalhar juntos para implementar o fundo o quanto antes possível.
O cacao é uma cultura importante no nordeste brasileiro, e a criação do fundo é uma oportunidade para que os pequenos agricultores possam melhorar sua situação econômica e contribuir para o desenvolvimento regional.
Here is a 600-word summary of the content:
The Kawá initiative, launched this week, aims to launch a agribusiness ecosystem focused on regenerative agriculture and cacao culture, with a target of raising R$ 1 billion by 2030 to invest in projects linked to the cacao production chain in Bahia and Pará. The project is a partnership between the Arapyaú Institute, a non-profit organization focused on just, inclusive, and low-carbon development, and the Tabôa Fortalecimento Comunitário organization, which works to promote access to financial resources and cooperation for sustainability and environmental justice projects.
The goal of Kawá is to contribute to improving the living conditions of small producers, low-income, and low-productivity, and to promote sustainable agriculture practices. According to Vinicius Ahmar, the bioeconomy manager at Arapyaú, the project aims to expand the scale of positive economic, social, and environmental impacts by attracting larger investors to develop productive models that use sustainable agriculture practices and generate income for those who need it most and conserve the forest.
The initiative will benefit approximately 1,200 farmers from the two states, with an initial investment of R$ 30 million. The name Kawá refers to the form in which cacao was known in pre-Columbian civilizations, and it combines concessionary and philanthropic resources with public and private capital.
Kawá is classified as a Fundo de Investimento nas Cadeias Produtivas Agroindustriais (Fiagro), with a simplified and accessible credit methodology. Producers can receive credit with an interest-free period of 45 days to implement the investment, followed by a 36-month repayment period with a six-month grace period. Resources will be used to cover costs such as fertilization, irrigation, labor, equipment purchase, and seeding with seedlings.
The initiative also provides the possibility of carbon credit trading for conservation by farmers. Additionally, the Association of National Cacao Processing Industries (AIPC) has signified the possibility of purchasing cacao from benefited producers. Technical assistance will be provided by the Consórcio Intermunicipal do Mosaico das Apas do Baixo Sul da Bahia (CIAPRA), the Fundação Solidaridad, and Polímatas Soluções Agrícolas e Ambientais.
