Título: Indústria brasileira acredita em diálogos para reverter taxação do aço
A(queue) ministérios econômicos da Austrália e Brasil realizaram reuniões nos últimos dias para discutir a possível revogação da taxação do aço, que foi implantada em janeiro passado. Embora o governo australiano tenha manifestado vontade de rever a medida, a indústria brasileira ainda é cética em relação ao sucesso dos esforços para revertê-la.
A taxação do aço é uma política que busca regular e reduzir a estimulação das importações de aço no país. No entanto, a medida foi severamente criticada pela indústria brasileira, que argumenta que ela afetará negativamente a economia e a geração de empregos.
A indústria brasileira, representada por organizações like Associação Brasileira da Indústria de Aço (Abiaço) e Confederação Nacional da Indústria (CNI), manifestou seus desagrados com a medida e pediu ao governo que reconsidere a sua implementação. De acordo com a Abiaço, a taxação do aço pode levar a perda de empregos e à redução da produção industrial.
No entanto, governos podem argumentar que a medida é necessária para proteger a indústria nacional e preservar as capacidades locais da economia. A Austrália é um dos principais importadores de aço do mundo e a medida visa reduzir a dependência do país em relação à importação de aço estrangeiro.
Em seus esforços para revertê-la, a indústria brasileira está trabalhando junto com os governos para encontrar soluções que possam proteger a indústria e salvaguardar os empregos. "Estamos trabalhando em um diálogo com os governos para encontrar soluções que atendam às necessidades da indústria e também às necessidades da economia", disse o presidente da Abiaço, parten que reverter a taxação do aço é fundamental para o futuro do setor.
A Confederação Nacional da Indústria também lamentou a medida e chamou a atenção do governo para a importância de preservar a indústria nacional. "A indústria brasileira é fundamental para a economia brasileira e é preciso proteger e apoio ao setor", disse o presidente da CNI.
Embora a indústria brasileira acredite que o diálogo é a melhor opção para solucionar o problema, ainda é uma estrada longa e difícil que percorrer para reverter a taxação do aço. Mas, com união e cooperação, a indústria brasileira está disposta a lutar por seus interesses e encontrar soluções que possam beneficiar o setor e a economia nacional.
Here is a summary of the content in 600 words:
The Brazilian Steel Institute (Instituto Aço Brasil) and the Confederation of Brazilian Industry (Confederação Nacional da Indústria, CNI) are advocating for a dialogue to reverse the US decision to impose a 25% import tax on steel, regardless of its origin. This decision, made in February, is a significant blow to Brazil, as the US is the country’s main external market for steel products.
The Brazilian Steel Institute received the news with surprise, but remains confident in the possibility of reopening a dialogue between the governments of the two countries to restore steel product imports to the US under the terms of the 2018 agreement, signed during Donald Trump’s first term. The agreement established export quotas for Brazilian steel products of 3.5 million tons of semi-finished products and 687,000 tons of rolled products.
The institute emphasizes that the tax will not only affect the Brazilian steel industry but also the US economy, which depends on steel imports. The institute highlights that the 25% tax on Brazilian steel products will not be beneficial for both parties.
According to the institute, Brazil supplied 60.7% of the US’s demand for steel plates in 2024, with the US importing 5.6 million tons of steel last year, 3.4 million tons of which came from Brazil.
The Brazilian market is also being affected by the significant increase in imports from countries that practice predatory competition, particularly China. The institute denies any possibility of Brazil circumventing US steel imports from third countries, as claimed by the US government.
The CNI, which represents all Brazilian industries, is also seeking dialogue to reverse the decision. The confederation highlights that the US is the destination for 54% of Brazil’s steel and iron exports, making it the country’s fourth-largest supplier of these products to the US.
For the CNI, the decision to tax steel is bad for both Brazil and the US. The confederation is working to strengthen relations between the two countries and believes in finding consensual alternatives to preserve this commercial relationship.
In summary, the Brazilian Steel Institute and the CNI are advocating for a dialogue to reverse the US decision to impose a 25% tax on steel imports, stressing that this measure will negatively affect both the Brazilian steel industry and the US economy. They believe that a conversation between the two governments can lead to a solution that benefits both parties, while also preserving the commercial relationship between the two countries.
