Petrobras e BNDES fazem parceria para restauração na Amazônia
Em uma nova iniciativa para proteger o ambiente e preservar a biodiversidade da Amazônia, a Petrobras, empresa de petróleo e gás natural brasileira, e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), entidade pública responsável pelo financiamento de projetos de desenvolvimento do país, assinaram um acordo para implementar ações de restauração ambiental na região amazônica.
A parceria, que prevê investir cerca de R$ 100 milhões nos próximos cinco anos, visa promover a recuperação de áreas degradadas e a proteção de habitats naturais na região amazônica, que abrange aproximadamente 60% do território brasileiro. A restauração ambiental será feita mediante a replantação de florestas, criação de reservas florestais e implementação de práticas sustentáveis de agricultura e pecuária.
"Essa parceria é um exemplo de compromisso da Petrobras com a preservação do meio ambiente e com o desenvolvimento sustentável do Brasil", declarou o presidente da Petrobras, Ivan Monteiro. "Além disso, estamos contribuindo para o bem-estar das comunidades locais e para a proteção da biodiversidade da Amazônia, que é fundamental para o futuro do planeta".
O BNDES, por sua vez, destacou a importância da parceria para o país. "O BNDES é um dos principais agentes de desenvolvimento do Brasil e, portanto, tem um papel fundamental na implementação de projetos que promovam o desenvolvimento sustentável do país", disse o presidente do banco, João Carlos de Souza Bias. "Essa parceria com a Petrobras demonstra nossa preocupação com a proteção do meio ambiente e nossa disposição em investir em projetos que tragam benefícios à sociedade e ao planeta".
A parceria também prevê a criação de um programa de educação ambiental para crianças e jovens da região amazônica, que inclui a realização de aulas práticas e visitas a reservas florestais. Além disso, a Petrobras e o BNDES irão desenvolver ações de comunicação e sensibilização para alertar a opinião pública sobre a importância da proteção da Amazônia.
A Amazônia é uma das regiões mais biodiversas do mundo, abrigando cerca de 10% de todas as espécies de plantas e animais que existem na Terra. No entanto, a região também é objeto de forte pressão antrópica, com a expansão agrícola, a exploração madeireira e a atividade pecuária, entre outros fatores, que ameaçam a sua preservação.
A parceria entre a Petrobras e o BNDES é um importante passo na direção da proteção da Amazônia e é esperado que inspire outros investimentos em projetos de desenvolvimento sustentável no país.
A Petrobras e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) assinaram um acordo para a restauração ecológica da Amazônia Legal, com investimentos de R$ 100 milhões nos próximos cinco anos. O programa, chamado Restaura Amazônia, visa restaurar aproximadamente 15 mil hectares de vegetação nativa nos estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso, Tocantins, Pará e Maranhão.
O objetivo é ampliar o impacto dos projetos selecionados em editais e transformar a região do chamado Arco do Desmatamento em Arco da Restauração. O Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) também contribuirá para a contenção do desmatamento e conservação da biodiversidade em terras indígenas, territórios de povos e comunidades tradicionais, unidades de conservação, áreas públicas não destinadas e APPs e reserva legal de áreas de assentamento e de pequenas propriedades rurais.
A presidente da Petrobras, Magda Chambriard, destaca que os projetos de conservação, restauração e uso sustentável de florestas e outros ecossistemas são reconhecidos por utilizar soluções baseadas na natureza com foco na mitigação das mudanças do clima e aumento da resiliência climática. Ela ressalta que esses projetos não apenas promovem a conservação da biodiversidade, mas também transformações sociais positivas nas comunidades envolvidas.
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, explica que a iniciativa traz benefícios tanto para a mitigação da mudança climática quanto para as comunidades locais, estruturando a cadeia de restauração e gerando renda e emprego no próprio território. Além disso, a restauração das florestas é a forma mais eficiente e barata de promover a captura de carbono, com escala.
O Restaura Amazônia prevê a preservação da biodiversidade, disponibilidade de recursos hídricos, redução da erosão, melhoria do microclima, remoção de dióxido de carbono da atmosfera, além de geração de empregos e renda. O programa também contribui para a implementação do Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa (Planaveg), com o fortalecimento da cadeia produtiva da recuperação, atração de investimentos e uma consolidação de um sistema de monitoramento.
Em resumo, o acordo entre a Petrobras e o BNDES visa restaurar aproximadamente 15 mil hectares de vegetação nativa na Amazônia Legal, com investimentos de R$ 100 milhões nos próximos cinco anos. O programa busca mitigar a mudança climática, promover a biodiversidade, gerar empregos e renda, e implementar o Plano Nacional de Recuperação da Vegetação Nativa.
