Produção industrial estabiliza em janeiro após três meses de baixa

Após três meses de baixa consecutiva, a produção industrial do Brasil passou a organizar no início de 2023, com um crescimento de 0,8% em janeiro, segundo os dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Essa é a primeira alta mensal após uma sequência de três meses de descida.

De acordo com o IBGE, a produção industrial no Brasil cresceu 0,8% em janeiro, em comparação com o mês anterior, período que alcançou uma variável baixa de -1,2% em dezembro, -2,5% em novembro e -1,4% em outubro. Essa recoverção ocorreu em parte graças ao surgimento de novos investimentos e ao redirecionamento da produção industrial para setores que estavam tendo maior procura.

A produção industrial é um indicador importante para avaliar a saúde da economia de um país. Quanto mais a produção industrial cresce, é um sinal de que a economia está se recuperando e que a indústria está produzindo mais bens e serviços. Além disso, isso também ajuda a criar empregos e gerar mais renda para os brasileiros.

A quebra no período anterior pode ter sido motivada por uma combinação de fatores, incluindo a pandemia de COVID-19, que afetou as cadeias de produção, e a política econômica, que variou em 2022. No entanto, com a estabilização da produção industrial em janeiro, é um sinal positivo para a economia brasileira.

A divisão setorial mais forte foi a de corros e metais, que registrou um crescimento de 4,5% em janeiro, seguida da divisão de produtos químicos, que levantou 3,2%. A produção de produtos derivados do petróleo e do gás natural também aumentou 2,2% no mês.

Já a divisão de papéis e produtos relacionados à impressão sofreu uma redução de 2,4% em janeiro, provavelmente devido à competição intenso no mercado e ao declínio da impressão de documentos por meio de tecnologias digitais.

Essas são medidas importantes para avaliar a situação da indústria no Brasil e esperar melhoria no futuro. Embora a recuperação seja lenta, é um passo positivo em direção à estabilidade e crescimento econômico no curto e longo prazo.

Fonte: IBGE

The Brazilian industrial production has shown no growth or decline in the transition from December to January, according to the Monthly Industrial Survey, released by the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) on Tuesday (11th). This marks the end of three months of decline, with production decreasing 1.2% in October, 0.7% in November, and 0.3% in December.

The 1.4% growth compared to the same month of the previous year is the eighth consecutive increase in this type of comparison. In the accumulated 12 months, the industry has expanded by 2.9%. The production level is 1.3% above that of February 2020, before the COVID-19 pandemic, but it is still 15.6% below the highest level of the series, achieved in May 2011.

The diffusion index shows that 68.9% of the 789 products surveyed presented an increase in production in the transition from December to January. The industry has a positive outlook, with three of the four main economic categories showing growth: capital goods (1.5%), intermediate goods (-1.4%), and consumer durable goods (4.4%). The other two categories, consumer goods and semi-durable goods, also showed growth.

The 18 out of 25 industries that showed positive growth were led by machines and equipment, automotive vehicles, rubber and plastic products, leather and travel items, farm chemicals and pharmaceuticals, and diverse products.

In contrast, six industries showed a decline in production, with the extraction industry being the most affected, with a 2.4% decline, interrupting two months of growth. The production of oil and iron ore, two of the industry’s main products, contributed to the decline.

The IBGE’s manager, André Macedo, highlights the positive aspects of the results, including the interruption of the decline and the spread of positive results. Macedo notes that the data indicates a more dynamic production behavior in January 2025, which eliminates the loss recorded in December 2024.

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