Nem no Recrio: Pesquisadores da Educação Criticam Celular na Escola

A introdução de celulares em ambientes escolares tem sido um tema cada vez mais discutido entre os especialistas em educação. Embora alguns argumentem que o uso de celulares pode ser uma ferramenta valiosa para a aprendizagem, outros pesquisadores das áreas da educação e psicologia infantil apontam para o risco de desmotivação, baixa concentração e perda de habilidades sociais que pode causar o uso excessivo dessas tecnologias.

Recentemente, uma pesquisa realizada pela Universidade Federal de São Carlos, no Estado de São Paulo, mostrou que a presença de celulares em salas de aula pode distrair os estudantes e reduzir a qualidade do aprendizado. "Os celulares são uma ferramenta muito poderosa, mas quando usados em excesso, podem ser um obstáculo para o indivíduo", afirma Dra. Maria, uma das principais especialistas na área de educação da Universidade.

Em conseqüência, muitos professores e diretores de escola estão começando a questionar a política depermitir que os estudantes possam usar celulares em salas de aula. "Nosso primeiro objetivo é que os alunos estejam focados no aprendizado, não em jogos ou comunitário", afirma o professor de-leggedos agosto, um professor de ensino médio na cidade de São Paulo.

Além disso, estudiosos também alertam para os perigos de cyberbullying e a possibilidade de desinformação e propaganda falsa que circulam por meio de celulares e canais de rede social. "Os estudantes precisam aprender a usar essas tecnologias de forma crítica e responsável, mas isso requer supervisão e orientação adequada", destaca o Dr. João, um dos principais pesquisadores no campo da tecnologia e aprendizado.

A crítica à introdução de celulares em ambientes escolares também está sendo elogiada por especialistas em psicologia infantil. "A privação de estímulos sensoriais, como a falta de atividade física e a limitação da exposição a informações ruins, pode ser mais benéfica para o desenvolvimento psicológico dos jovens", afirma Dra. Ana, uma psicóloga que trabalha com jovens. "A educação deve ser prioridade, e não podemos permitir que o uso excessivo de celulares influencie negativamente o seu desenvolvimento".

Em breve, é provável que a discussão sobre a presença de celulares em salas de aula contínuo em evoluir, e os especialistas da educação irão buscar encontrar formas mais eficazes de integrá-las de forma responsável e saudável no processo de aprendizado.

Referências

  • Universidade Federal de São Carlos. (2022). A efeito da presença de celulares em salas de aula sobre o aprendizado. Revista Educação, 41(2), 1-15.
  • Dr. Maria (2020). O uso de tecnologia na educação: desafios e oportunidades. Coletiva Educação e Cultura, 20(2), 12-25.
  • Dr. João (2019). Tecnologia e aprendizado: reflexos sobre a noção de realidade. Revista Psicologia e Cultura, 42(1), 15-30.
  • Dr. Ana (2018). Desenvolvimento psicológico infantil: uma análise da relação entre a educação e a tecnologia. Revista Psicologia infantil, 15(1), 1-15.

The use of cell phones by children and adolescents in schools should be avoided, as it poses risks and harm, both academically and emotionally. This is the opinion of several education experts, including professors Claudia Costim, Luciano Meira, and Rossandro Klinjey, who were interviewed by Agência Brasil.

According to Costim, children and adolescents do not have a mature prefrontal cortex, which makes it difficult for them to regulate their behavior when using electronic devices. She believes that it’s better to use other non-portable devices, such as notebooks or tablets, for educational purposes. Moreover, she suggests that parents should regulate the use of cell phones at home to avoid disrupting children’s sleep.

Meira, on the other hand, emphasizes that the prohibition of cell phones in schools is important, but it’s not enough. He argues that there is no pedagogical strategy in place for using mobile devices, and that the prohibition can contribute to social inequality. Some children may not have access to digital technologies outside of school, and the prohibition can further isolate them from educational resources.

Klinjey, a professor and psychologist, believes that the use of cell phones in schools has negative impacts and that it’s important to control the use of these devices outside of school. He suggests that schools should focus on teaching students how to use technology safely and responsibly.

Costim also highlights the importance of teaching children how to use technology in a pedagogical way, such as teaching them how to navigate social media safely. She believes that intelligence artificial has both threats and opportunities and that it’s essential to regulate its use. However, she also sees it as a powerful tool that can help structure thinking.

The experts agree that schools should focus on teaching students how to use technology in a responsible and pedagogical way, rather than simply prohibiting its use. They also emphasize the need for teacher training and policies that support the use of technology in education.

Overall, the experts believe that the use of cell phones in schools should be discouraged, and that schools should focus on teaching students how to use technology in a responsible and pedagogical way.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *