O tenista brasileiro João Fonseca, de apenas 19 anos, teve um término precoce no US Open, em Nova York, ao ser superado pelo tcheco Tomas Marchac na segunda rodada. Embora tenha começado o jogo de forma competitiva, igualando o adversário no primeiro set, Fonseca acabou perdendo por 3 sets a 0, com parciais de 7/6(4), 6/2 e 6/3.

Este ano, Fonseca competiu na chave principal dos quatro Grand Slam, torneios que distribuem a pontuação máxima no ranking de tênis (1500 pontos). Seu melhor desempenho foi em Roland Garros e em Wimbledon, onde alcançou a terceira rodada. No Aberto da Austrália, ele derrotou o russo Andrey Rublev, na época nono do mundo, mas foi eliminado na rodada seguinte.

Ao longo da temporada, Fonseca tem demonstrado um progresso significativo, subindo rapidamente no ranking mundial. Iniciou o ano na 145ª posição e, após conquistar o ATP de Buenos Aires, seu primeiro título profissional, entrou no top 100. Com isso, passou a ser convidado para disputar os principais torneios do circuito, como o Masters 1000 e os Grand Slam. Em março, ele conquistou o título do Challenger de Phoenix, subindo mais 20 posições no ranking.

Além de Fonseca, outras tenistas brasileiras estão em competição no US Open. Beatriz Haddad Maia, número 22 do mundo, enfrenta a suíça Vickorija Golubic na segunda rodada da chave de simples feminina. A partida está prevista para começar ao meio-dia de quinta-feira (28). Já na disputa de duplas femininas, a brasileira Ingrid Martins, em parceria com a norte-americana Quinn Gleason, enfrenta a japonesa Makoto Ninomiya e a britânica Maia Lumsden. A paulista Luisa Stefani, ao lado da húngara Timea Babos, enfrenta a letã Jelena Ostapenko e a tcheca Barbora Krejciková.

No dia seguinte, sexta-feira (29), Bia Haddad volta à quadra ao lado da alemã Laura Siegemund para enfrentar a dupla da norte-americana Caty McLailly e a australiana Maya Joint. Com essas competições, as tenistas brasileiras buscam deixar sua marca no US Open e conquistar mais vitórias no circuito internacional de tênis.

O desempenho de João Fonseca e das tenistas brasileiras no US Open é um reflexo do crescimento do tênis no Brasil. Com mais jogadores competindo em nível internacional, o país está se tornando uma força significativa no esporte. Apesar da eliminação precoce de Fonseca, sua participação nos Grand Slam e sua ascensão no ranking mundial são sinais positivos para o futuro do tênis brasileiro.

As competições de tênis são sempre emocionais e imprevisíveis, e o US Open não é exceção. Com jogadores de todo o mundo competindo em diferentes modalidades, o torneio oferece uma visão ampla do esporte e de seus principais talentos. Para os fãs de tênis, é uma oportunidade de assistir a partidas emocionais e ver os jogadores em ação. E para os brasileiros, é uma chance de ver seus compatriotas competindo em nível internacional e representando o país com orgulho.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *