O Brasil teve um dia incrível no Mundial de Atletismo Paralímpico, realizado em Nova Déli, na Índia, na quinta-feira, 2 de outubro. A equipe brasileira conquistou mais medalhas e permaneceu na liderança do quadro geral de medalhas, com um total de 36 pódios, incluindo 12 ouros, 17 pratas e 7 bronzes.

Um dos momentos mais emocionais do dia foi a conquista do ouro por Wanna Brito, da região do Amapá, na prova do arremesso de peso F32, para atletas com paralisia cerebral. Ela estabeleceu um novo recorde mundial com a marca de 8,49 metros, superando o recorde anterior de 8,18 metros. Essa foi a segunda vez que ela bateu o recorde mundial na mesma prova.

“Estou muito feliz. Dei meu máximo, meu braço está doendo até agora. Quando eu perdi nos clubs, eu fiquei meio triste, mas ainda tinha o peso, e eu sabia que ia dar certo. E deu certo. Hoje foi meu dia. Eu senti que ia dar bom. O club é uma prova mais de extremos. No peso, eu consigo fazer melhor, é um movimento mais fechado, menos instável”, declarou Wanna Brito.

Outra atleta brasileira que brilhou foi Antônia Keyla, do Piauí, que conquistou o ouro nos 1.500 metros T20, para atletas com deficiência intelectual. Ela estabeleceu um novo recorde mundial com o tempo de 4min19s22, superando o recorde anterior em 10 segundos.

“Eu trabalhei muito. Não foi um ciclo, foi a vida toda. Correr é o meu dom, é o que eu sei fazer. Eu estou tão feliz e grata”, disse Antônia Keyla.

Além desses dois ouros, a equipe brasileira conquistou mais duas medalhas de ouro em provas de 400 metros. Maria Clara Augusto, do Rio Grande do Norte, conquistou o ouro na classe T47, para atletas com deficiência nos membros superiores, com o tempo de 56s17. Bartolomeu Chaves, do Maranhão, conquistou o ouro na classe T37, para atletas com paralisia cerebral, com o tempo de 50s13.

Por fim, o Brasil conquistou duas medalhas de prata, com Thiago Paulino no lançamento de disco F57, para atletas que competem sentados, e com Thomaz Ruan nos 400 metros T47, para atletas com deficiência nos membros superiores.

Com essas conquistas, o Brasil permanece na liderança do quadro geral de medalhas e se consolidou como uma das principais potências do atletismo paralímpico mundial. A equipe brasileira continuará a competir nos próximos dias, buscando conquistar mais medalhas e manter a posição de liderança.

Essa jornada dourada do Brasil no Mundial de Atletismo Paralímpico é um reflexo do trabalho e da dedicação dos atletas, treinadores e equipe técnica. É um momento de orgulho para o país e um exemplo de como o esporte pode ser uma ferramenta de inclusão e inspiração para todos.

A conquista de medalhas por atletas brasileiros em diferentes provas e categorias demonstra a diversidade e a riqueza do atletismo paralímpico nacional. É um momento de celebração para o esporte brasileiro e um estímulo para que mais atletas sejam incentivados a praticar o atletismo paralímpico.

Em resumo, o Brasil teve um dia incrível no Mundial de Atletismo Paralímpico, conquistando mais medalhas e permanecendo na liderança do quadro geral de medalhas. A equipe brasileira continuará a competir nos próximos dias, buscando conquistar mais medalhas e manter a posição de liderança. É um momento de orgulho para o país e um exemplo de como o esporte pode ser uma ferramenta de inclusão e inspiração para todos.

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