Sumário em 600 palavras em português brasileiro:

Neste sábado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu sua esposa, Janja da Silva, alegando que não é “clandestina” e que continua a fazer o que gosta. A declaração foi feita após críticas da oposição sobre os gastos públicos com viagens internacionais da primeira-dama.

Lula afirmou que Janja não fez viagem apócrifa, pois foi convidada a participar da cúpula Nutrition for Growth (Nutrição para o Crescimento) em Paris, representando-o na discussão sobre a luta contra a fome e a pobreza. Ele também destacou que Janja fez o discurso com muita competência e trabalha ativamente em questão.

O presidente disse que não responde à oposição sobre o assunto e que Janja também não precisa se explicar. Ele alegou que a história vai julgar e que a Janja tem “maioridade suficiente” para responder à crítica.

A polêmica começou quando Janja acompanhou Lula em uma visita de Estado ao Japão e em seguida foi para Paris participar da cúpula Nutrition for Growth. Desde então, a primeira-dama vem sendo alvo de críticas da oposição, que questionam os gastos públicos com viagens internacionais.

Diversos meio de comunicação publicaram reportagens questionando os gastos com a viagem de Janja ao Japão e à França, e alguns politicias da oposição se manifestaram sobre o assunto. No entanto, o Tribunal de Contas da União (TCU) arquivou uma representação do deputado Gustavo Gayer para que esses custos fossem auditados.

O TCU fechou que as reclamações sobre as viagens oficiais da primeira-dama são improcedentes e que já decidiu anteriormente sobre o tema. Lula disse que continha fazer o que gosta e que a Janja também continuaria a fazer o que gosta, apesar das críticas.

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