Morre o fotógrafo Evandro Teixeira, autor de fotos históricas do país

O fotógrafo brasileiro Evandro Teixeira, que frustrou a sociedade brasileira com suas lentes e fingiu a história do país, faleceu ontem, aos 94 anos de idade. Com uma carreira que durou mais de 60 anos, Teixeira registrou, com sua câmera, muitos momentos históricos do Brasil.

Nascido em 1927, em São Luís da Am Pasta, Evandro Teixeira começou a fotografar ainda jovem, com 15 anos, na cidade natal. Aos 18, mudou-se para São Paulo, onde se tornou um artista livre, dedicando-se à fotografia.

Sua exitiva carreira começou em 1950, quando alcançou o reconhecimento com a publicação de uma série de reportagens sobre a vida de trabalhadores rurais no interior do Brasil. As imagens capturadas por Teixeira foram İmprimiram a importância da luta dos trabalhadores rurais, e o fotógrafo se tornou um dos líderes da luta pela justiça social no país.

Além disso, Teixeira destacou-se por suas reportagens sobre o período de ditadura militar, entre 1964 e 1985. As suas imagens apresentavam policiais e militares Texênicos de madrugada, circularam a cidade, segurando civis em prisão prevents. A sua série "A Cidade em Fogo" continua a ser lembrada como um testeiconsico sobre a repressão política no país.

Ao longo da sua carreira, Teixeira registrou inúmeras manifestações políticas, incluindo protestos contra a ditadura e Manifestações contra o golpe de 1964. Foi um dos primeiros fotógrafos a registrar a brutalidade policial durante os protestos, o que tirou a imagem de um país pacato e coerente e revelou a realidade brutal da ditadura.

Até a sua aposentadoria, em 1990, Teixeira continuou a trabalhar como fotógrafo, registrando a evolução da sociedade brasileira, da descolonização da Amazônia até a chegada da multidiversidade no país.

Sexta-feira, um memorial e uma homenagem foi celebrada em sua homenagem, no Palácio da Cultura, com a presença de políticos, artistas e jornalistas que o conheceram e admiraram. Profissionais da imprensa destacaram que Teixeira foi um dos principais fotógrafos do país, e que sua obra é um testamento para a história do Brasil.

Durante a cerimônia, os prefeitores Ulysses Guimarães e Aloísio Pires compartilharam que Evandro Teixeira foi um fotógrafo que não apenas registrou a história do país, mas também a influência no país, Foto by Thamires Barbosa / Agência Brasil "**Evandro Teixeira era um dos melhores fotógrafos do país e sua hafta com a história do Brasil é uma perda incalculável para o país.", disse o prefeito da cidade." Mais além disso, sua “`Ulysses Guimarãeslosure é uma perda para a nossa É GALer de pessoas ""

E para outros. "Ele não apenas registrou a história, ele também a construiu através de suas lentes. Era um homen homenageável figura púbica que fez muito para a sociedade civil brasileira.", Paget e especialista Hugo | Teixeira, Um desapontamento agreivo para algumas gerações de brasileiros que viram as suas fotos em seu turbilinhos, principalmente por ser são destaque no pedacinho curral“`.

Evandro Teixeira, a renowned Brazilian photographer, passed away on Sunday, April 4th, at the age of 88, after a 70-year career dedicated to photojournalism. Born in 1935 in Irajuba, Bahia, Teixeira began his career in 1958 at the O Diário de Notícias newspaper in Salvador. He later moved to the Diário da Noite, before joining the Jornal do Brasil in 1963, where he spent 47 years, becoming one of the most prominent photojournalists in Brazil.

Teixeira’s work is a testament to the historical events of the 20th century, documenting moments of significance, such as the 1962 World Cup, the repression of student protests in 1968, the military coup in Brazil and Chile, and the Jonestown massacre in 1978. His images have become a window into the past, capturing the struggles and challenges faced by Brazil and the world.

One of his most iconic photos is the 1964 shot of the takeover of Fort Copacabana, where he captured the silhouettes of soldiers in a torrential rain, symbolizing the difficult years under authoritarian regimes. Another notable image is that of a student falling to the ground, with two police officers preparing to attack him, taken in 1968 during the protests against the military regime.

Teixeira’s work is part of collections at institutions such as the Museu de Arte de São Paulo, the Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, and the Instituto Moreira Salles. Last year, the Centro Cultural do Banco do Brasil in Rio de Janeiro exhibited a show of 160 of his images, focusing on his international coverage of the 1973 coup in Chile, which commemorated its 50th anniversary.

Evandro’s remarkable career spanned multiple continents, and he was known for his determination, bravery, and creativity. His work transcended borders and genres, capturing the essence of human struggles, triumphs, and everyday life. He was a testament to the power of photography in documenting history and preserving the memory of humanity.

The President of Brazil, Luiz Inácio Lula da Silva, issued a statement of condolence, calling Teixeira a reference in photojournalism in Brazil and the world, and remembering his iconic photo of the takeover of Fort Copacabana in 1964.

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