A Polícia Militar (PM) do Rio de Janeiro prendeu mais de 400 pessoas entre 28 de fevereiro e 4 de março, durante operações para garantir a segurança do carnaval no estado. Desse total, 52 pessoas foram presas em cumprimento a mandados de prisão, com 12 delas identificadas por meio de câmeras de reconhecimento facial.

Além disso, foram apreendidos 58 adolescentes, e em operações de revista nas entradas do Sambódromo e dos megablocos, foram confiscados 213 facas e outros objetos perfurocortantes.

Cláudia Moraes, porta-voz da PM, disse que o planejamento da PM foi “muito importante” para garantir a segurança, utilizando esquemas como bloqueios de revista e reconhecimento facial, especialmente considerando a expectativa de mais de 8 milhões de pessoas no estado do Rio de Janeiro, com 6 milhões circulando por blocos.

O esquema de segurança também incluiu três carros de comando e controle, que serviram como centros de recepção de imagens em tempo real, além de 260 mil câmeras e alarmes e 13 mil câmeras corporais instaladas em fardas de policiais, interconectadas com os carros e o Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).

Embora o balanço das prisões ainda não tenha sido concluído, a maioria das prisões foi motivada por furtos. Um incidente grave foi o assassinato de dois homens em um bate-bola, na sexta-feira, em Madureira, na zona norte da cidade. A PM também prendeu 10 criminosos que se infiltravam em grupos de bate-bolas.

O esquema de segurança do carnaval continuará até domingo, com mais de 40 blocos previstos pela cidade do Rio e o desfile das escolas de samba campeãs no Sambódromo, entre a noite de sábado e madrugada de domingo.

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